Sem dúvida, a maioria dos profetas não tem dificuldade de lembrar de uma passagem vívida e vigorosa como essa.
Sou um mero publicitário e costumo trabalhar como Diretor de Arte, abaixo algumas peças que fiz.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
A arte de pintar com palavras
Sem dúvida, a maioria dos profetas não tem dificuldade de lembrar de uma passagem vívida e vigorosa como essa.
domingo, 27 de novembro de 2011
Robôs — até onde já chegaram?
Texto escrito por um amigo do Japão. ( Ele pediu para não revelar o nome )
Dúvidas e Sugestões
tchumidjo@gmail.com
Imagine um empregado que nunca falta ao serviço, nunca reclama e trabalha 24 horas por dia, sete dias por semana, sem se cansar. Bem, os robôs industriais fazem exatamente isso ao fabricarem em pouco tempo enormes quantidades de produtos elétricos, domésticos e automotivos. Os robôs fazem jus ao seu nome, derivado da palavra tcheca robota, que significa “trabalho forçado”. Calcula-se que, em 2005, a indústria automobilística tinha 1 robô para cada 10 trabalhadores.
▪ Como companhia. Em uma casa de repouso no Japão, pacientes idosos se revezam para acariciar um robô engraçadinho e felpudo que se parece com um filhote de foca. Esse robô é sensível ao toque, à luz, ao som, à temperatura e até mesmo à maneira como é segurado. Ele consegue imitar o comportamento animal e reage emitindo sons característicos, piscando os olhos e mexendo as nadadeiras. O robô foca, de acordo com algumas pessoas, satisfaz a necessidade básica que os humanos têm de companhia e é usado como uma forma de terapia.
▪ Na medicina. Um robô com três braços é posicionado ao lado de um paciente. A uma certa distância, um cirurgião olha através do visor de um enorme console para examinar uma imagem tridimensional do coração do paciente. O robô, controlado pelo cirurgião, faz os cortes e a sutura durante uma cirurgia para corrigir uma valva cardíaca defeituosa. Esse método possibilita realizar cirurgias minimamente invasivas por causa da extrema precisão dos movimentos do robô, reduzindo o trauma, a perda sanguínea e o tempo de recuperação.
▪ Em casa. Basta apertar um botão e um robô em forma de disco começa a aspirar o chão. O robô limpa as áreas livres num movimento em espiral crescente e contorna as paredes, “aprendendo” por fim o formato do ambiente. Ele detecta escadas e as evita. O robô pára automaticamente quando termina o serviço e se dirige ao local onde é recarregado. Hoje em dia, mais de dois milhões desses robôs estão em uso.
▪ No espaço. Um veículo robótico de seis rodas chamado Spirit explora a superfície de Marte. Com ferramentas e instrumentos científicos fixados em seu braço mecânico, esse robô-explorador analisa a composição do solo e das pedras. O Spirit já tirou mais de 88.500 fotos em Marte — por exemplo, do terreno, de crateras, nuvens, tempestades de areia e pores-do-sol. É um dos veículos robóticos atualmente usados nesse planeta.
▪ Operações de busca e resgate. Após o desabamento das torres gêmeas do World Trade Center, 17 robôs, do tamanho de uma bola de basquete, foram usados para procurar sobreviventes debaixo dos escombros de um emaranhado superaquecido de vigas de aço retorcidas e pedaços de concreto. Desde então, modelos mais avançados têm sido desenvolvidos, como o mostrado abaixo.
▪ Debaixo da água. Cientistas estão usando veículos subaquáticos autônomos para estudar o único lugar da Terra ainda inexplorado pelo homem — as profundezas do oceano. Esses veículos robóticos não são tripulados e geram a própria energia. Outros usos subaquáticos incluem operações de busca e recuperação, inspeção de cabos de telecomunicação, rastreamento de baleias e remoção de minas.
Há séculos o homem sonha em construir um humanóide — um robô semelhante ao ser humano. Mas, por causa dos enormes obstáculos técnicos envolvidos, tem sido muito difícil realizar esse sonho. “A complexidade de desenvolver supercomputadores, construir arranha-céus ou até planejar cidades inteiras é insignificante perto da tarefa de dar a máquinas características humanas, como coordenação motora e sentidos (como visão, olfato, audição e tato artificiais), e algo que se aproxime da inteligência humana”, comentou a revista Business Week.
Considere, por exemplo, a tarefa aparentemente simples de criar um robô humanóide capaz de andar como humano. Depois de 11 longos anos de extensas pesquisas e desenvolvimento — e de gastar incalculáveis milhões de dólares —, engenheiros japoneses conseguiram essa façanha técnica em setembro de 1997. Desde então, tem se desenvolvido humanóides que conseguem subir escadas, correr, dançar, carregar itens numa bandeja, empurrar um carrinho de compras e até se levantar do chão quando caem!
O que o futuro reserva para os robôs? Atualmente, a Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço (Nasa), dos EUA, está desenvolvendo um “robonauta”, um humanóide capaz de realizar tarefas perigosas no espaço. Bill Gates, um renomado líder da revolução do computador pessoal, disse que provavelmente “os robôs desempenharão um papel importante em prestar ajuda física e até em fazer companhia para idosos”.
Similarmente, um relatório divulgado pelo governo japonês prevê que em 2025 robôs vão coexistir com humanos e cuidar de idosos, doentes e crianças, auxiliar na criação dos filhos e executar tarefas domésticas. Por volta de 2050, pesquisadores esperam ver um time de futebol só de robôs derrotar um time de humanos. Espera-se também que, em poucas décadas, sejam desenvolvidas máquinas capazes de superar o cérebro humano.
Por mais ousadas que essas predições possam ser, nem todos têm o mesmo conceito otimista quanto à sua realização. Falando a respeito dos desafios técnicos envolvidos, Jordan B. Pollack, pesquisador na área de inteligência artificial, disse: “Nós basicamente subestimamos a alta capacidade de programação da Mãe Natureza.”
Só o tempo dirá o quanto os robôs ainda vão evoluir. No entanto, uma coisa é certa: a capacidade de amar e de exercer sabedoria e justiça sempre será exclusiva aos humanos.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Projeto Independência
Bom, o que é viajar, é sair para se divertir e conhecer cidades e lugares que nunca passamos correto? Mas para isso temos que ir à procura de guias turísticos ou as próprias agências tem que se responsabilizar por isso, mas com a chegada do avanço tecnológico isso pode ser mudado a qualquer momento, os GPS são ferramentas importantes para que nossa comunicação seja perfeitamente direcionada ao seu público alvo, ela na própria viagem não vai precisar de ninguém vai ser ela mesma, não vai precisar de conselhos e sim prestar atenção no que se vê e tirando conhecimentos próprios não perdendo nunca o foco, ela vai ter uma maior liberdade de conhecer um lugar pelo próprio instinto se autoconhecer, saber seus limites, criar seu próprio trajeto. Por que na vida sempre buscamos a independência! Então por que não unir a fome com a vontade de comer?
Mais ai você me pergunta, e se ele não souber usar o aparelho? Simples se alguém que paga uma viagem cara não sabe usar um GPS ele não é seu público alvo, direcione a venda da ideia a quem já é seu cliente alvo, como algo que agregue valor. Pessoas com deficiência visual podem ser uma grande sacada por que o GPS fala verbalmente onde ele tem que se dirigir, esquerda, direita essas coisas, com dificuldade auditiva também, seria algo institucional, você se importa com a liberdade das pessoas sem preconceito. Veja o vídeo abaixo.
Frases tags:
Seu guia tecnológico
Se perdeu? Olhe para sua mão.
É pequeno no tamanho e grande na liberdade
GPS Guia Para Salvador
Sua babá virtual
Quer ir por ali? Vá
Você tem dois caminhos! Errado, você tem vários.
Independência tecnológica
Liberdade de locomoção


